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27 julho, 2011

 
"Poderia tentar contar-te o argumento, mas seria como descrever uma catedral dizendo que é um monte de pedras que terminam em bico."
A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón

16 junho, 2011

Le Pont des Arts -Romantismo e Juras de Amor Eterno
Le Pont des Arts, em Paris, está coberta por milhares de cadeados. Os apaixonados que por alí passam gravam o nome  num cadeado que penduram na rede da ponte e lançam a chave ao rio. Símbolo de jura de amor eterno daqueles que querem ficar presos para sempre e também dos que acreditam que eterno é apenas o momento presente. Resta desejar que a estrutura da ponte não ceda ao peso de tanto amor...

07 maio, 2011

Liberté - Paul Eluard

30 abril, 2011

Para Sempre
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drummond de Andrade

25 abril, 2011

Trova do vento que passa

10 Mitos da Língua Portuguesa

01 abril, 2011


22 março, 2011

Poisson d’ Avril (Dia das mentiras)


Há muitas explicações para o facto de o 1 de Abril se ter transformado no dia das mentiras. Uma delas diz que a brincadeira surgiu em França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da Primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de Abril.
Em 1564, depois da adopção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de Janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano teria inicio em 1 de Abril. Os brincalhões passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam.
Poisson d’avril é uma piada, ou uma farsa, que se faz aos conhecidos ou amigos e consiste em colar um peixe de papel na parte de trás daquele a quem se quer pregar a partida. "Poisson d’avril!" é também a exclamação que se pronuncia quando uma piada é descoberta, ou quando se quer avisar uma pessoa de que a história que está a ouvir é falsa.
Diz o povo que quem reage mal ao poisson que lhe é pendurado nas costas terá 10 anos de azar!
Francisca, 7ºC

21 março, 2011

21 de Março- Dia Mundial da Poesia

Escancarei, por minhas mãos raivosas,
As chagas que em meu peito floresciam.
Versos a escorrer sangue eis escorriam
Dessas chagas abertas como rosas…
Assim vos disse angústias pavorosas
Em versos que gritavam… ou sorriam.
Disse-as com tal ardor, que todos criam
Esse rol de misérias fabulosas!
Chegou a hora de cansar…, cansei!
Sabei que as chagas todas que aureolei
São rosas de papel como as das feiras.
Que eu vivo a expor minh’alma nas estradas,
Com chagas inventadas retocadas…
Para esconder bem fundo as verdadeiras.
José Régio


De repente, do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente, da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente,
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Vinicius de Moraes
Les avions français ont effectué 55 sorties en trois jours, depuis le début des opérations dans le ciel libyen.
L'opération militaire, baptisée «Aube de l'Odyssée» lancée samedi par la coalition internationale, dans le cadre d'une résolution de l'ONU se poursuit en Libye. La coalition, menée par les Etats-Unis, la France et la Grande-Bretagne, qui est passé à l'offensive en bombardant par air et par mer des objectifs militaires libyens avait pour but de faire cesser la répression sanglante d'une révolte sans précédent contre le régime de Mouammar Kadhafi, conformément au mandat de l'ONU.
Avec ses 2 000 marins à bord, le porte-avions a quitté dimanche Toulon pour la Libye, sous les yeux de nombreux passants venus saluer les militaires. in. Le Parisien.fr



14 março, 2011

ORTOGRAFIA ACORDO[1]

13 março, 2011


Visita de Estudo- 9º Ano

06 março, 2011

Euro 2011-Dimanche, à Paris
Obikwelu en or sur 60 m.
Le Français Christophe Lemaitre a dû se contenter de la médaille de bronze du 60 m aux Championnats d'Europe en salle, en 6 sec 58/100es, devancé par le Portugais Francis Obikwelu, médaillé d'or, et le Britannique Dwain Chambers.
L'Alsace,fr.

27 fevereiro, 2011

Carlos Ruiz Zafón, de novo...
" Um escritor nunca esquece a primeira vez em que aceita umas moedas ou um elogio a troco de uma história . Nunca esquece a primeira vez em que sente no sangue o doce veneno da vaidade e acredita que, se conseguir que ninguém descubra a sua falta de talento, o sonho da literatura será capaz de lhe dar um tecto, um prato de comida quente ao fim do dia e aquilo por que mais anseia: ver o seu nome impresso num miserável pedaço de papel que certamente lhe sobreviverá . Um escritor está condenado a recordar esse momento pois nessa altura já está perdido e a sua alma tem preço."

18 fevereiro, 2011

Página 23: Celeirinho, um bom exemplo de jornalismo escolar: "O Celeirinho, o jornal do Agrupamento de Escolas de Celeirós, Braga, é muito interessante. Desde logo, porque, como se pode comprovar lendo ..."
Página 23: “A minha biblioteca é um sítio sagrado!”: "As bibliotecas escolares são abundantemente referidas em jornais de estabelecimentos de ensino de todo o país. As razões são várias, mas o t..."

16 fevereiro, 2011


Le réalisateur associe à ces couleurs la devise de la République Française: Liberté, Egalité, Fraternité.
 Bleu- le premier de la trilogie, ce film partant d'un banal fait divers ( un accident de voiture) nous conduit à travers la musique et avec la couleur bleu en fil rouge derrière les pas d'une femmme (Juliette Binoche ) qui a perdu mari et fille et qui, après avoir voulu se suicider, se ressaisi, reprend gout à la vie, et à travers la musique arrivera à s'accrocher à elle, non sans apprendre, ironie du sort, que son mari la trompait depuis plusieurs années avec une jeune avocate.
Blanc- à Paris, Dominique divorce de Karol, un polonais impuissant depuis qu'il vit à l'Ouest. Mis à la rue sans papiers ni argent, il regagne clandestinement Varsovie dans la malle d'un compatriote. Il profite du désordre politique pour s'enrichir rapidement dans les affaires. Il simule sa propre mort pour faire revenir Dominique, attirée par l'héritage. Karol la retrouve, consomme le mariage, avant qu'elle ne soit accusée du faux meurtre et incarcérée.
Rouge- dans ce troisième volet qui conclut les trois couleurs, une jeune femme, Valentine (Irène Jacob) étudiante de l'université de Genève, modèle, écrase un chien. Le chien est juste blessé. Sur une plaque, attachée a son collier, Valentine trouve l'adresse du propritétaire. C'est un juge...

15 fevereiro, 2011


La route chante,
Quand je m'en vais.
Je fais trois pas,
La route se tait.
La route est noire,

À perte de vue.
Je fais trois pas,
La route n'est plus.
Sur la marée haute,

Je suis monté.
La tête est pleine,
Mais le coeur n'a pas assez.
Sur la marée haute,

Je suis monté.
La tête est pleine,
Mais le coeur n'a pas assez.
Mains de dentelle,

Figure de bois,
Le corps en brique,
Les yeux qui piquent.
Mains de dentelle,

Figure de bois.
Je fais trois pas
Et tu es là.
Sur la marée haute,

Je suis monté.
la tête est pleine,
Mais le coeur n'a pas assez.
Sur la marée haute,

Je suis monté.
la tête est pleine,
Mais le coeur n'a pas assez.

14 fevereiro, 2011

Fala quanto te apeteça,
mas desculpa que eu te diga
que te falta na cabeça
o que te sobra em barriga.

Tens quase um palmo de boca,
não podes guardar segredos;
porém a testa é que é pouca:
tem pouco mais de dois dedos.
António Aleixo ( 1899/ 1949)